Cinema, Destination Image and Place Branding Cinema, Destination Image & Place Branding - Page 67

PORTO. (PONTO) – A NOVA MARCA DE CIDADE 4.3. A nova marca “A cidade do Porto é cada vez mais um destino turístico que se recomenda. Relatos de experiências vividas e apreciadas têm colocado o Porto em jornais e revistas do país e do mundo, em redes sociais e sites generalistas e temáticos. Os consumidores elegeram-no Melhor Destino Europeu 2012 e confirmaram a sua preferência em 2014. Sendo a segunda maior cidade de Portugal, o Porto não se carateriza pela sua dimensão, mas por aquilo que o distingue de outros destinos: o seu capital humano e a sua capacidade de surpreender e emocionar quem o visita, o que faz com que tenha vontade de o recomendar… No Porto encontra-se diversidade e contrastes em permanente diálogo, compondo resultados difíceis de prever, mas fascinantes de descobrir. Passado e presente, meio urbano e rio, mar, ar livre, tradição e inovação, antiguidade e contemporaneidade. Uma cidade que se admira de variadas formas, mais tradi - cionais ou mais inusitadas, com oferta regular. Mas que provoca também uma vontade de a descobrir lentamente, recanto a recanto, saboreando cada experi - ência, cada contacto, cada espaço revelado” (visitporto.travel) Este é o texto de apresentação da cidade do Porto que o novo executivo da Câmara Municipal quer fazer refletir num novo branding. Para tal, encomendou à White Studio o projeto de desenvolver uma nova imagem corporativa da autarquia, mas também a criação de uma nova marca da cidade. A nova marca foi apresentada a 29 de setembro de 2014 (Jornal de Notícias, 24-04-2015). Segundo Gelder (2008), durante o processo de desenvolvimento de uma estra - tégia de marca de cidade, os membros da parceria precisam de se entender e conciliar diferentes políticas e estratégias, decidir sobre qual a imagem futura que querem para a sua cidade, que valor vai trazer para os consumidores, como vai ser experienciada e o que é que eles podem fazer em conjunto para tornar esse futuro uma realidade. Para os responsáveis pelo projeto o desafio apresentado foi muito claro. A cidade precisava de um sistema visual, uma identidade visual que pudesse organizar e sim- plificar a comunicação com os cidadãos, e que pudesse, ao mesmo tempo, definir uma hierarquia clara, juntando a câmara e a cidade. Era necessário representar o Porto, uma cidade global, uma cidade para todos. Essa cidade nunca poderia ser uma entidade vazia, ou uma mera localização geográfica, limitada por barreiras físicas, já que está cheia de vida, de caráter, de ícones e símbolos, de costumes e modos de viver, com lugares emblemáticos, paisagens e um horizonte muito particular. Não podia ser resumida num ou dois edifícios. A cidade está viva, e a sua identidade não poderia ser fixa ou fechada, precisava de respirar e crescer diariamente (behance.net). return to the content page 67